Diferente das outras categorias que consistem em utilizar o parapente com meio de transporte, o vôo acro (acrobático) consiste em efetuar manobras aparentemente impossíveis de serem realizadas e de alta periculosidade.

Renato Curreca e Renato Lopes
(Espelho)
Certos tipos de espirais capazes de gerar vários G’s (1 G é o peso do piloto que quando associado a força centrífuga, multiplica-se várias vezes), wingovers (que são curvas de enorme inclinação – mais de 135° às vezes), inversões, loopings (onde o piloto passa literalmente por cima do velame), as sensacionais espirais invertidas, helicópteros (que é uma complexa manobra onde o piloto faz o parapente rodar como assas de um helicóptero sobre sua cabeça) e muitas outras, isto sem contar em vôos rasantes, colisões, saltos de pontes, balões e até helicópteros.

Claro que todos os parapente são equipados com um pára-quedas de emergência que pode ser aberto em caso de pane absoluta, levando o piloto ao chão com segurança e apenas a frustração de não ter conseguido realizar a almejada manobra. Pilotos que praticam acrobacias geralmente usam mais de um paraquedas reserva.

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